“Quando comecei a pensar o que seria o livro, percebi que ele era um poema de amor: o condutor de todas as ações. Iluminário foi uma palavra que me veio num sonho. Quando acordei, intuí que a palavra queria ser poema; a palavra queria ser livro. Atravessei as pontes iluminadas do sentir e deixei o Tempo fazer a parte dele. Eu confio no Tempo.
Dedico o livro aos leitores. Seja você quem for, obrigado por fazer a travessia no fio invisível do que escrevo. Imaginar é iluminar o encontro entre dois meninos.
Antes de tudo,
Iluminário é um poema de amor ao Recife.”